[EP 2]: Stuart não consegue salvar o universo, mas pode salvar você da raiva.
TEM SPOILER. Assisti ao segundo episódio da nova série da HBO, do universo de The Big Bang Theory, e posso dizer que esse episódio é de uma criatividade cômica.
RESENHAS
Michael Douglas
8/5/20262 min read
Tá legal, eu finalizei o primeiro episódio imaginando que esse universo em que eles estariam agora seria algo relacionado à robótica. Mas eu não poderia imaginar que era uma IA que controlava a raiva.
Desde o primeiro episódio, eu já tinha percebido que, a cada episódio, eles iriam para uma realidade diferente. Um outro multiverso, e que, em cada um deles, algo extraordinário estaria acontecendo. No primeiro, fomos apresentados a um universo pós-apocalíptico com monstros gigantes e aquela sensação de abandono da civilidade. Porém, o mais impactante desse episódio foi as pessoas agirem com normalidade, fazendo suas atividades banais enquanto tem uma senhora mariposa gigante arrancando a cabeça do coleguinha ao lado. Eu poderia só me divertir, mas tendo a pensar que é uma dura crítica (talvez não tão dura) à apatia do mundo com o próximo. Está acontecendo uma guerra? Show, deixa eu ver meu time jogar.
Agora, nesse segundo episódio, Stuart e seus companheiros estão em um multiverso onde não se pode sentir raiva. Se não, tscccccc, choque na cabecinha. Controlados agora por uma IA, todos os humanos têm um sensor na nuca, que fica vermelho e dá choque quando a pessoa se irrita.
Ora, então agora eles vivem no paraíso, não é mesmo? Não existe mais violência, não existe mais guerra, as pessoas são amáveis... ou será que não?
A felicidade não pode ser alcançada ao preço da perda de liberdade. A opressão não conversa muito bem com a utopia.
Mais uma prova de que uma utopia é totalmente irreal.
Pois bem, nesse segundo episódio somos apresentados a outros personagens do mundo de The Big Bang Theory e, claro, o alívio cômico do Garry(Stuart já entendeu isso) estava presente novamente como par de Denise, manipulando ela para que, mesmo que ela fique infeliz, não o deixe, ou, já sabe, ele ficará triste e levará choques terríveis. A forma como isso pode ser usado para falar sobre dependência emocional é gigante, mas eu acho que não é o objetivo aqui.
A abertura da série já se mostrou "impulávell". Com diversos spoilers (achei isso engraçadíssimo), frases e expressões que parecem mudar a cada episódio, essa série conquistou algo que poucas conseguem: fazer o telespectador assistir a todas as aberturas.
Eu gostei bastante desse episódio mais sci-fi, mas agora somos levados para um universo mais mágico, à la Harry Potter. Não é muito a minha praia, mas vou assistir mesmo assim, só para saber se o Bert vai conseguir escapar daquela fogueira em que foi colocado.








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