Devoradores de estrelas e o sucesso absoluto
Baseado nas informações mais recentes: o filme tem 94–95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com consenso dos críticos descrevendo-o como "uma odisseia espacial visualmente deslumbrante sustentada pela força gravitacional de Ryan Gosling". Arrecadou US$ 643,7 milhões globalmente, tornando-se o terceiro filme mais rentável de 2026. O texto explica a trama, destaca a atuação de Gosling e o personagem Rocky.
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5/9/20263 min read
DEVORADORES DE ESTRELAS — A Odisseia Espacial que Redefiniu a Ficção Científica em 2026
Com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, US$ 643 milhões arrecadados globalmente e o maior dia de abertura de qualquer filme não-franquia da história de Hollywood, Devoradores de Estrelas não é apenas o melhor filme de ficção científica de 2026 — é um dos mais importantes da última década.
A origem: do papel à tela em seis anos
A história começa antes mesmo do livro existir. Em março de 2020, ainda durante a pandemia, a MGM fechou acordo com Andy Weir para adaptar o romance que o autor ainda escrevia, pagando US$ 3 milhões pelos direitos. Ryan Gosling, que também assina a produção, foi o primeiro nome confirmado. Em maio do mesmo ano, Phil Lord e Christopher Miller foram contratados para dirigir. Wikipedia
Como a dupla estava ocupada com Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, o roteiro ficou nas mãos de Drew Goddard — o mesmo que adaptou Perdido em Marte (2015), garantindo continuidade criativa com a obra anterior de Weir. As filmagens ocorreram ao longo de 2024 no Reino Unido, e todas as cenas a bordo da nave Hail Mary foram gravadas em cenários físicos construídos especialmente para o filme. Wikipedia
O primeiro trailer, lançado em 30 de junho de 2025, tornou-se o mais assistido de qualquer filme original na primeira semana de divulgação, acumulando 400 milhões de visualizações globais. O longa teve premiere mundial em Londres em 9 de março de 2026 e estreou comercialmente nos EUA em 20 de março, distribuído pela Amazon MGM Studios internamente e pela Sony Pictures no restante do mundo. Wikipedia
A trama: ciência, solidão e uma amizade impossível
No ano de 2032, o cientista Ryland Grace (Ryan Gosling) acorda em uma nave espacial em coma induzido, sem qualquer memória de quem é ou de como chegou ali. À medida que suas lembranças retornam, ele descobre que o Sol está sendo devorado por uma colônia de microrganismos conhecidos como astrofágicos — e que ele foi enviado a 11,9 anos-luz da Terra para encontrar uma solução. Omelete
O que parecia ser uma jornada solitária toma um rumo completamente inesperado quando Grace encontra, no vazio interestelar, uma nave alienígena com um ocupante: Rocky, um extraterrestre do planeta Eridani em exatamente a mesma missão de salvação de seu próprio mundo. A amizade que se desenvolve entre os dois — sem língua em comum, com bioquímicas incompatíveis, comunicando-se por frequências sonoras e matemática universal — é unanimemente apontada pela crítica como a parceria mais comovente da ficção científica desde E.T. (1982).
Rocky: a criação do personagem do ano
Rocky foi construído por Neal Scanlan e a equipe do Creature Shop. Por volta do final do filme, as cenas com o personagem são aproximadamente 50% animação digital e 50% fantoches físicos — uma escolha que deu ao alienígena uma presença tangível que nenhum CGI puro alcançaria. Entre as vozes testadas e rejeitadas para Rocky estavam Meryl Streep, o narrador do audiobook Ray Porter e o co-presidente da Sony Pictures Animation Damien de Froberville. WikipediaWikipedia
A trilha sonora
A trilha foi composta por Daniel Pemberton, parceiro de Lord e Miller desde Homem-Aranha no Aranhaverso (2018). Com 38 faixas, o score foi lançado digitalmente no dia da estreia americana. O filme também incorporou 14 músicas licenciadas, entre elas "Sign of the Times" de Harry Styles, "Two of Us" dos Beatles, "Rainbows" de Dennis Wilson e "Gracias a la Vida" na voz de Mercedes Sosa. Wikipedia
Bilheteria: recordes históricos
O longa se tornou a maior estreia da Amazon MGM Studios e registrou o maior dia de abertura de qualquer filme não-franquia da história, com US$ 33,1 milhões só no primeiro dia nos EUA. Na segunda semana, o filme acumulou US$ 300,8 milhões globalmente, superando Creed III (US$ 276 milhões) como o maior resultado da história do estúdio. O orçamento de produção foi de US$ 190 milhões, e o total global atual ultrapassa US$ 643 milhões, tornando-o o terceiro filme mais lucrativo de 2026. Segundo fontes do Hollywood Reporter, a Amazon MGM já estuda transformar a história em franquia, impulsionada pelo potencial de merchandising do alienígena Rocky. Omelete + 2
O que a crítica disse
"Com um protagonista que não consegue resistir a mostrar seu charme brincalhão e sua energia contagiante, Devoradores de Estrelas é surpreendentemente brilhante e divertida para uma história sobre a possível extinção da raça humana." — Nicholas Barber, BBC CinePOP
"Devoradores de Estrelas marca a primeira obra-prima de ficção científica de 2026." — Spencer Perry, ComicBook CinePOP
O consenso do Rotten Tomatoes descreve o filme como "uma odisseia espacial visualmente deslumbrante, sustentada pela força gravitacional de Ryan Gosling em seu melhor momento — uma fusão quase miraculosa de inteligência e coração." No CinemaScore, o público deu nota A. O filme se tornou o título mais bem avaliado da carreira de Gosling no Rotten Tomatoes, superando Drive (93%) e La La Land (91%). CinePOP
Devoradores de Estrelas pertence à linhagem nobre da ficção científica humanista — ao lado de Contato (1997), Gravidade (2013) e Perdido em Marte (2015) — que usa o espaço não como cenário de ação, mas como espelho para perguntas sobre quem somos. A resposta que o filme oferece é, a despeito de toda a escala épica, surpreendentemente íntima: somos a soma das conexões que fazemos, mesmo quando tudo conspira para nos isolar.